Review – Transformers: War for Cybertron

Transformers: War for Cybertron


    • Genero: Third-Person Shooter

    • Plataformas: PC, XBOX360, PS3


E vamos ao terceiro review desta fantáááááááástica série! Agora com o último jogo da franquia dos Transformistas!! Antes de mais nada, esqueçam os filmes do Michael Bay. Este jogo foi inspirado unicamente nos desenhos e quadrinhos dos transformers, talvez emprestando uma ou outra saída visual do filme.

A história é basicamente o seguinte: Megatron e sua turminha da pesada aprontam 1001 confusões em Cybertron. Esta é a primeira parte do jogo. A segunda é Optimus e sua trupe tentando consertar a cagada que Megatron fez. C’est fini. Pra que mais história, não é mesmo?

Mas vamos ao que interessa: Transformers WFC é o melhor jogo da franquia até agora? Sim. Ele é um bom jogo? Talvez. Ele é um jogo imperdível que merecia tirar nota 9 no review da vendida da IGN? Absolutamente não.

“–que o pariu! Tão falando mal da gente, Megatron! Eu mato ou estupro?”

Transformers é um bom jogo, divertido, com jogabilidade intuitiva, mas parece que falta algo na essência. O que no começo pode impressionar logo se torna repetitivo, e mais para o final do jogo, insuportável (da metade pra frente já estava jogando por obrigação).

O jogo em si é um shooter em terceira pessoa bem mais ou menos. Câmera por cima do ombro e nada que já não vimos antes. Transformar em veículos também parece que não tem a mesma graça porque Cybertron não possui mustangs, chargers, fusquinhas, caminhões e afins, e sim suas versões mais genéricas. Os robozões sim, tem muito apelo, principalmente para os fãs da saudosa série. Starscream está bem fiel ao desenho e não àquela barquilha escrota que a mente poluída do Michael Bay inventou no filme.

“Nao importa a tecnologia, machado e sempre a melhor arma.”


A total falta de customização dos robôs (level up, upgrades, etc.) também incomoda. Parece que você simplesmente não evolui durante toda a partida.

“Olha! Um TriPod!”

Os cenários impressionam no começo, mas se repetem exaustivamente em todas as fases. Bom, nesse ponto não posso nem culpar os desenvolvedores, na cidade robótica de Cybertron seria estranho se tivesse uma fase de bosque bem verdinho, ou uma caverna, ou qualquer coisa assim. O que se vê são apenas máquinas e robôs! Dup!

A seqüência da histórias, e você ter que jogar tanto com Decepticons (malzinhos) e Autobots (bonzinhos) para jogar toda a história é um ponto positivo. A história também explica vários detalhes da série, tais como Optimus virou um Prime, como Megatron se apossou do Dark Energon, e porque os Autobots tiveram que vazar de Cybertron e peruar pela galáxia.

“Megatron, encosta o cu na parede!”


As batalhas contra os chefes ficaram bem bacanas, tanto da campanha dos Decepticons como dos Autobots, nas última fase você enfrenta um robô bigass módafócka. Mas prepare-se para um desafio (e se controle pra não tacar o controle na parede, dependendo da dificuldade em que você está jogando).


“Luta contra o Omega Weapo… ops, Omega Supreme no final da campanha dos Decepta’s”


Finalizando, Transformers WFC não é um jogasso como umas putinhas pagas andam dizendo por aí. Ele é um shooter mediano, que cumpre a função de divertir. Com um sistema de jogo mais elaborado talvez pudesse vier a ser um lançamento memorável. Mas não é.


Nota 5. E o quarto lugar das férias vai pra ele!! MA OEEEEEEEEEEEEEE!! 3 já foram, faltam 2!

  • Ródwrigo te desafio a fazer uma entrevista com a musa dos games…….Norma!