Crítica – Salt

Fala seus cocôs! Acabei de voltar do cinema (fui levar a minha véia pra assistir Salt, a véinha se amarra nesses filmes de espionagem!) e, como não tenho nada para fazer e ainda não bateu o sono, farei uma mini-crítica sobre o filme! As imagens abaixo contém vários spoilers, so beware!
Salt se preparando para mais uma missão.
Evelyn Salt é uma agente comportadinha da CIA que de repente descobre ser na verdade uma mega hiper super duper agente dupla russa, daquelas que falam “I vant my burd”. A partir daí ela começa a tocar o terro geral, e vira praticamente um Jason Bourne de saias.
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Momento de tensão no filme: Salt à beira da morte!
Eu disse praticamente? Sim, praticamente. Ei Ei Ei o Bourne ainda é o nosso rei! A tiazeira-que-já-foi-gostosa-mas-anda-meio-véia-e-magrela-demais Angelina Jolie, se não esbanja talento como outrora, ao menos convence, em termos. Falta a ela carisma para segurar as pontas num filme desse gênero e criar uma empatia com o espectador.
Salt undercover: mestra do disfarce!
Depois de uma hora e meia de filme acontecem uma das reviravoltas mais manjadas e esperadas que eu já vi num filme do gênero. Dããã! É filme de espionagem, é obóvio que todo mundo engana todo mundo! E no final adivinha? Gancho para a continuação! Tcha-rans! Receitinha infalível de Hollywood!
Salt Feature
Mistérios no fim do filme!
Não estou dizendo que Salt seja um filme ruim, pelo contrário, ele é um filme de ação sólido que vale dar uma conferida se você é fã de Bourne & cia. Só não vá ao cinema com as espectativas muito altas.
E um pouco de inteligencia artificial.
Nota 6,5 (filme). Nota 5 (Tiazeira Jolie).
“Ai!! Na bunda não!”