Review – Singularity

Aê bando de morde-fronha! Acharam que eu tinha esquecido dos meus reviews, não? Poi enganaram-se! Mwahahahahahaha! Então, vamos acabar logo com essa joça (já me enchi o saco de fazer reviews, e faz tempo que não jogo nada). Então, sem mais delongas, o penúltimo jogo desta emocionante série, Singularity!
Graaaaaaaaaaaaaaaurrr…
Então resumão da trama: você é um agente russo com aquele irritante azar de estar no lugar errado na hora errada, qualidade recorrente nos heróis de jogos deste tipo. Você cai bem no meio de uma ilha onde está rolando uma treta sinistra, com vai e voltas no tempo, criaturas bizarras e tudo mais, tudo por causa da singularidade (Singularity, daí o nome do jogo, duh!)
Morre!!!
A partir daí, o pipoco rola solto, você adquire umas armas porretas (tem algumas porretas mesmo, algumas das mais elaboradas que vi nos últimos tempos), além de descolar um apetrecho maneiro chamado TMD (Time Manipulation Device, ou um treco assim) que te dá uns poderes ainda mais maneiros de retroceder no tempo, envelhecer / rejuvenescer objetos ou pessoas e por aí vai.
Morre, porra!
O sistema de jogo também é bem interessante, permitindo fazer upgrades nas armas e nos poderes do TMD, de maneira simples e eficaz, usando um tal de E99 (tipo uma kriptonita fictícia que os russos descobriram em resposta à bomba atômica, que tornaram possível o desenvolvimento do TMD).
Conheço esse TMD de algum lugar…

Ah é! Lembrei!
Destaque positivo também para as lutas contra os chefes, que apesar de poucas, são extremamente satisfatórias. A luta contra o lagostão gigante no trem é muito foda! (pena que não achei foto para colocar aqui.)
Olha mãe! Sou o príncipe da Persia!

Como aspectos negativos do jogo, só me veem à cabeça agora sua curta duração (em torno de 6 a 7 horas), e o TMD e seus poderes serem extremamente sub aproveitados. O que, já que estamos falando de um jogo de manipulação temporal, é um pecado gravíssimo).
Li certa vez outra crítica – extremamente negativa, diga-se de passagem – dizendo que o jogo era uma mistura de Bioshock com Time Shift. Tá e daí? Esses dois jogos não foram fodassaralhamente fodas? Então como uma mistura dos dois vai dar errado? E não deu. Como shooter, Singularity convence. A história com seu vai-e-vem no tempo é boa o suficiente pra te prender na cadeira. Os poderes e armas são bem elaborados e criativos.
Singularity se não uma revolução é um bom jogo, acima da média. E, vindo de um mercado saturado como está, tem muito mérito. E tenho dito.
Jogos russos. Tudo o que o jovem bolchevique precisa. Da?
Nota 7. E troféu de prata para ele!!!