Review – Dead Rising 2

Sabe o que é melhor que um jogo com zumbis? É um jogo com uma CARALHADA de zumbis! E é isso que Dead Rising 2 é! Você perdido no meio de um shopping center infestado de zumbis! Sonho de consumo de qualquer um!
DR2 acontece logo após os eventos do primeiro jogo (que pra ser bem sincero, não joguei), e conta a história de Chuck, pai dedicado que perdeu a esposa na primeira infestação e agora cria sozinho sua filha Katie, que infelizmente vejam vocês, foi mordida por um zumbi, o que faz com que a garotinha necessite de doses diárias de uma doooooorga chamada Zombrex para não se transformar. Como o tal do Zombrex não é nada barato, Chuck tem que se “prostituir” e participar de um reality show de gosto duvidoso, “Terror is Reality”, onde os concorrentes montados em motocicletas devidamente equipadas com moto-serras tem que matar o maior número de zumbas possível! Massa né?
Chucao contra a rapa de zumba.
Então, mas dá merda. Alguém sabota a parada e os zumbis são soltos em Fortune City (cópia descarada de Las Vegas). E pra melhorar ainda incriminam quem? Sim, o Chucão véio de guerra. Agora cabe a você passar a ripa nos zumbas, salvar sobreviventes, enfrentar psicopatas, descobrir quem foi o filho duma égua que armou pra você e ainda administrar Zombrex a cada 24 horas na Katie. Tudo isso em 72 horas enquanto você espera o resgate chegar!
Mais zumbas…
Tudo bem, em um jogo de zumbi eu normalmente estaria cagando e andando para a história, mas Dead Rising 2 consegue desenvolver um roteiro competente, cheio de reviravoltas e personagens interessantes. Acho que o grande mérito do jogo é não mostrar os zumbis como vilões, e sim como os seres humanos conseguem revelar um lado negro movido seja por ganância, pressão ou simplesmente loucura de estar no meio de um pandemônio zumbístico desses!
… atropelando zumbas com a motoca…
Outro trunfo do jogo é poder usar tudo, tudo, TUDO como arma! Desde placas de limpeza até guitarras, desde ficha de pôquer até rifles do exército. E para maximizar a radicalidade – e carnificina – algumas armas ainda podem ser combinadas, como por exemplo um taco de baseball e uma caixa de pregos (imagina o resultado), um remo com duas moto-serras, e tudo mais que sua mente doentia permitir, os produtores do jogo realizaram. Ah, mortes estilosas de zumbis rendem mais pontos!
KABONGUE!!!
Uma grande crítica ao primeiro foram os controles meio mancos. DR2 corrigiu isto com louvor. Tudo bem, não chega ser um controle de um Gears of War da vida, mas foi muito bem elaborado. À medida que Chuck sobe de nível, ele até aprende alguns novos movimentos, como a famosa “roladinha”.
Olhas as cocotinhas… espere!! Sao Psychos!
O que me frustrou profundamente neste jogo foram os escassos save points, e a ausencia total, eu disse TOTAL de checkpoints. Morreu? Comece laaaaa de tras, da ultima vez que voce salvou. Tudo bem, num jogo deste tipo checkpoints sao uma faca de dois gumes, mas ao menos colocassem mais banheiros  (save points) espalhados pelo jogo!
Entre uma matanca e outra de zumbas, Chucao sempre arruma tempo pra aliviar e ir socar umazinha no banheiro.
Algumas lutas contra psicopatas podem ser esdruxulamente fodas tambem, o que combinado com os poucos checkpoints podem favorecer o favor emputecimento.
DR2 tambem nao e um jogo comprido, mas tem alto replay value, uma vez que e IMPOSSIVEL salvar todos os refens em so uma partida, afinal e uma corrida contra o tempo, voce tem que fazer escolhas. O que incentiva voce a recomecar (com o nivel e os equipamentos do jogo anterior) para continuar desbravando os shoppings e cassinos de Fortune City.
Entao, o que temos? Jogo de acao? Confere. Com zumbis? Confere. Muuuuitos zumbis? Confere. Armas estilosas? Confere. Tem la seus probleminhas, mas nada que comprometa – muito – a diversao!
Nota 8,7. Coco de ouro para ele! Ma Oeeeeeeeeeeee!