The Witcher 2: Assassin of Kings – Review

Fala chibungada!!! Fazia tempo que não fazia review de games né? Na real fazia tempo que eu não fazia review de PORRA nenhuma! Mas, no caso dos games, é porque realmente estava numa entressafra e não tava zerando jogo nenhum. Mas a situação mudou, e cá está um review em primeira mão do excelente witcher 2! E se preparem pra mais reviews em breve porque este mês saiu uma PORRADA de jogo batuta!

Mas vamos ao Witcher. Primeiro o que é essa porra? The Witcher (ou Wiedzmin – saúde – no original) é uma série de livros / contos / whatever escritos pelo polonês Andrzej Sapkowski (saúde). Ou seje, é tipo um Senhor dos Anéis da Polândia (isso, Polândia).
Saiu  ate um filme / seriado baseado nos livros, mas sao ruins de doer. Acredite, eu tentei assistir. TENTEI.
Geralt live-action, no sofrivel filme do Witcher, de 2002.
Witcher conta a história de Geralt, um Witcher (dããããã…), que na verdade é só uma nomenclatura bonita pra caçador de monstros. Os Witchers passam por um processo doidão de infusão de dorgas e mais um monte de coisas para virarem mutantes e adquirirem poderes eXtraordinários para combaterem Magneto e a Irmandade de Mutantes monstros horrendos! Isso aí meu chapa! Os witchers eram tipo os Xis-Mein da Idade Média.
Então, Geralt é o mais boladão dos Witchers, primeiro porque ele é o mais fodão de todos, TODOS. Segundo, porque ele perdeu a memória e não se alembra de nada. Então ele é um Aragorn, X-Men e… Jason Bourne! Fala sério, nem Chuck Norris pode com esse cara!
O primeiro jogo ‘The Witcher’, foi lançado por um então desconhecido estúdio polonês, o CDProjekt, e distribuído pela Atari. O jogo foi sucesso absoluto de crítica e público no ano que foi lançado (também pudera, o jogo tinha suas limitações, mas era bom bagaraio!), o que garantiu esta seqüência para a alegria dos gamers fissurados em um RPG (tipo eu).
Witcher 2 começa exatamente de onde o primeiro parou: o rei é assassinado e Geralt leva toda a culpa pois presenciou o ocorrido. Cabe a ele sair em uma busca para capturar o verdadeiro culpado e provar a sua inocência. Parece simples né? Mas não é!
Vocês estão acompanhando o Game of Thrones (aguardem um review da primeira temporada em breve)? Então, a história de Witcher 2 é parecida, cheia de intrigas e reviravoltas, conspirações para usurpar tronos e você mais que uma vez tem que tomar decisões morais duvidosas, sem nunca ficar realmente claro o que é o Bem e o que é o Mal. Essa ambiguidade que torna a história do jogo bem interessante, e suas decisões realmente influem o decorrer da história, não é aquela falsa sensação de liberdade para no final acabar tudo igual, independente do que você tenha escolhido. E na hora das decisões, vale sempre a maquiavelica frase “Os fins justificam os meios”.
Não vou encher mais de lenga-lenga de história, senão vou encher essa porra de spoilers.
Falemos de aspectos técnicos do jogo então:
Os gráficos? Estão foda bagarai! (voce ja deve ter percebido pelas imagens)! Sério, acho que nunca vi um jogo com gráficos tão bons. Logo no começo, quando você sai da sua tenda e vislumbra o campo de batalha, fiquei embasbacado com a riqueza de detalhes nos cenários, personagens, figurinos (hm, boiola) e tudo mais! Acho que só as expressões faciais que não são lá essas coisas, mas ainda assim, deixam muito jogo com gráficos de vanguarda no chinelo.
A trilha sonora? Foda também! As músicas – algumas vezes até cantadas – ajudam a dar o clima que o jogo precisa.
the witcher 2 06abr2011 f07
A dificuldade? Põe foda nisso! Pra zerar no normal tive que penar e suar a camisa! Logo na introducao lembro que morri lutando contra uns guardinhas bem buchas. Ai aprendi que para se dar bem no Witcher, voce tem que fazer uso de todo o sistema de jogo: usar upgrades, coating nas espadas, confeccionar e beber pocoes, usar magia, tudo. Nao adianta querer so sair na porrada que voce ja era mermao! Um viva para os jogos fodas, como os jogos eram antigamente! Nao como umas MERDAS (isso mesmo, eu disse MERDAS) tipo um certo God of War, que a maior dificuldade esta em apertar botoes em uma sequencia pre-determinada, como um bom macaquinho de circo treinado.
A jogabilidade também é muito boa. Com o clique do mouse, Geralt responde muito bem aos comandos e ataques e voce fica deslumbrado com as piruetas e golpes que ele da. Voce tambem pode dar aquela ‘roladinha’ basica de jogos de acao. E voces sabem como costumo elogiar RPGs que possuem acao ‘seamless’ (vide Mass Effect 2).
O único ponto que acho que o jogo realmente escorrega é na navegação de mapas e menus, um tanto complicados e confusos. Mas não chega exatamente a ser um problema depois que voce se acostuma. Acho que estava acostumado demais com navegações ‘mamao-com-acucar’  de jogos como Fable 3 e Dragon Age 2.
A campanha tambem nao e muito longa, dando um corridão da pra acabar em cerca de 12 horas, o que é uma pena para um jogo deste porte.
Tirando isso, alguns pequenos bugs comprometiam a performance do jogo, mas foram gradativamente corrigidos por patches lancados semanalmente.
Enfim, algumas criticas aclamaram Witcher 2 como melhor RPG de todos os tempos. Nao sei se concordo, mas com certeza e um dos melhores!
Prepare-se para presenciar MUITAS cenas de cutuco! Mais que Cine Privê da Band e Sexytime do Multishow!
Em tempo, Geralt é um cara velho, feio e todo cheio de cicatrizes. No entanto, ele traça quase tudo que use saias no jogo (sim, o jogos tem cenas de sexo, e MUITAS, com direito a peitinho e tudo!). Comofas isso? Isso pode Arnaldo? Veião traçando a mulherada? Daonde que eu ja vi isso? Ahhhhhhhhhh sim, o Zé Mayer…
Geralt, o Ze Mayer do mundo dos games!
 
Notas-45