Review – Tekken Tag Tournament 2

Vamos espremer a laranja até o caroço e ganhar DINHEIROOOOOOOOOO!

A safada da Namco tá copiando a estratégia de marketing da CAPCOM, só pode…

Pois é. Apesar do gordo safado ter falado mal de Tekken num dos últimos Peidinhos, eu admito: sou fã e pago pau pra série.

Tekken Tag Tournament é um spinoff da série original Tekken, focado na luta em times (indo no embalo de franquias como Marvel vs. Capcom e The King of Fighters).

O primeiro foi lançado lá pelos idos anos 1999 (arcade) e 2000 (PS2). Era bacana porque reunia todos os personagens da série até então, e também era um dos primeiros jogos de luta daquela geração. O sistema ‘tag’também era bacana porque permitia luta em duplas e troca de personagens no meio da luta.

A série Tekken seguiu em diante, e parecia que ninguem mais lembrava de Tag Tournament. Enfim, mais de uma década depois, lançam uma nova edição do game.

Tag Tournament 1 saiu originalmente nos arcades como uma expansão de Tekken 3. Em seguida, foi embalado como ‘jogo novo’ e lançado na caruda para o PS2 para a Dona Namco faturar mais alguns tutus.

O segundo jogo não é diferente: nada mais é que uma roupagem – pouco – diferente de Tekken 6. Os personagens são os mesmos de sempre, a história é meio insossa e largada, e com exceção da lutadora de lucha libre Jaycee (que na real é Julia Chang disfarçada), o jogo não apresenta grandes novidades. Assim como seu antecessor, a grande vantagem é jogar em duplas.

Julia Chang / Jaycee… no fundo, é tudo a mesma porra!

Cenários, personagens, trilha sonora… tudo é recauchutado de jogos anteriores. Até o chefão final Ogre, apesar do layout diferente, continua sendo mais do mesmo.

E tem personagens secretos? Tem sim senhor!

O grande foco da partida (como já virou praxe nesta geração) parece ser o multiplayer online. Há opções de roupas, acessórios e afins para comprar e customizar os personagens. Mas para um jogo cujo foco é o modo online, são pouquíssimas opções. Deveriam ter investido em um modo criação de personagens, como em SoulCalibur V. Colocar um bonézinho e uma mochilinha como ‘customização’ chega a ser um desrespeito com o consumidor.

Tá, depois dessa acho que vou ter que engolir o que falei sobre customização…

Não chega a ser um jogo ruim, apenas desnecessário. Sabe aquele jogo ‘legalzinho’ de jogar com os amigos de vez em quando? Então.

Prós:

(+) Divertido;

(+) Grande variedade de personagens;

(+) Jogabilidade intuitiva.

Contras:

(-) Repetitivo;

(-) Mais do mesmo.

Avaliação Final: