Review – Dead or Alive 5

O jogo de luta favorito dos punheteiros de plantão chega à sua quinta edição!

E aí, será que é bão?

E não é que a Tecmo / Team Ninja entregaram uma agradável experiência para os fãs do gênero, e não mais apenas um pretexto para justificar peitos balançando na telinha?

Eu admito: além dos RPGs, sempre fui grande entusiasta de jogos de luta. Mas Dead or Alive (DOA, para os íntimos) nunca esteve entre minhas franquias preferidas. Sempre preferi Street Fighter, KOF, ou até mesmo Tekken.

Então, pesquisando um pouco mais sobre a história da série para fazer este review, descobri que DOA teve um começo um tanto turbulento, muito parecido com a série Final Fantasy: inclusive o nome, ‘Dead or Alive’ (vivo ou morto em inglês), descrevia que essa seria a última incursão da Tecmo em games de luta, caso não desse certo.

Felizmente, para o deleite dos gordos nerds espinhentos e punheteiros, a mistura de peitões boing-boing (chupinhados de KOF), interação com cenários (chupinhados de Mortal Kombat) aliados à uma dinâmica jogabilidade em 3D (coisa rara para um jogo de luta da época) foi um sucesso retumbante de vendas e já atravessa a terceira geração de consoles.

A história do game gira em torno da ninja fujona Kasumi, e de mais uma bando de peitudas genéricas recorrentes (Ayame, Tina Armstrong, Christie, etc), e também a novata lutadora de MMA (já que tá na moda), Mila e uma noites de amor com você. Pra não dizer que é um jogo só pra gordo granudo, as meninas também podem curtir um monte de bofes musculosos (ui!).

O ‘modo história’ do jogo é bem dinâmico, e te obriga a lutar umas 3 a 4 lutas com cada personagem, dando sequência à história. Lembra muito o modo história do recente Mortal Kombat 9. Extremamente viciante, não desgrudei da telinha enquanto não zerei (isso tudo numa tarde de domingo).

Para fãs mais tradicionais, tem os modos arcade, versus, time attack e afins, bem como um ‘tag mode’ embutido, que permite luta entre duplas (coisa que a safada da namco já deveria ter feito no último Tekken, e não lançado como jogo separado).’

O jogo ainda conta com alguns extras (visuais de personagens) e personagens escondidos (a maioria personagens refugos convidados da série Virtua Fighter, como é o caso de Akira).

O grande ‘contra’ do jogo é justamente essa limitação: com pouquíssimos extras e conteúdo desbloqueável, seu ‘replay value’ é quase nulo. O jogo deveria também ter um sistema de criação de lutadores – já praxe em jogos do gênero dessa geração – o que aumentaria MUITO a vida útil do game.

Enfim, uma boa diversão para os fãs do gênero, mas que talvez não valha a compra devido à sua curta duração. Apesar dos pesares, um bom entretenimento para jogar com os amigos.

Prós:
(+) Boing boing fighter!
(+) Controles dinâmicos!
(+) Diversão pra mais de metro!

Contras:
(-) Poucos extras;
(-) Faltou modo de criação de personagens;
(-) Alguns comandos não respondem tão bem.