Especial CnC – 3 anos sem Ronnie James Dio

Três anos sem o pequeno gigante, a voz do metal Ronnie James Dio.

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Aqui vai uma singela porém sincera homenagem a este que um dos meus maiores (senão o maior) ídolo da música. Confiram a biografia que copiei do wikipedia escrevi. Dio, você faz muito falta meu velho!
 
 
Ronnie James Dio (nascido Ronald James Padavona, 10 de julho de 1942 – 16 de maio de 2010) foi um vocalista de heavy metal e compositor. Ele se apresentou com Elf, Rainbow, Black Sabbath, Heaven & Hell, e sua própria banda, Dio. Outros projectos incluem a ajuda musical coletivo fundraiser Hear’n Aid Stars (uma versão heavy metal do “Iarnuou” do Michael Jackson. Duvida? Confira o vídeo abaixo). Ele foi amplamente aclamado como um dos cantores mais poderosos do heavy metal , conhecido por sua voz poderosa e consistente para a popularização do diabo “de chifres” gesto com a mão na cultura de metal. Ele estava colaborando em um projeto com ex-companheiros de banda Black Sabbath Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice, sob o nome Heaven & Hell, cujo primeiro e único álbum de estúdio, The Devil You Know, foi lançado em 28 de abril de 2009. Ele morreu de câncer no estômago aos 67 anos.

Ronnie James Dio nasceu Ronald James Padavona em Portsmouth, New Hampshire, uma única criança em uma família italiana. Eles viviam em Portsmouth até que a família mudou-se para Cortland, New York no início de sua vida.
 
Ele inicialmente tocava trompete e até gravou vários singles com várias bandas de rockabilly, quando menino. Quando ele estava no colégio, se juntou a uma banda chamada The Kings Vegas, na qual ele tocava guitarra. Ele se tornou o vocalista da banda, que mudou seu nome para Ronnie & The Rumblers e, finalmente, Ronnie And The Red Caps. Seu primeiro single de 7 polegadas foi lançado em 1958 na Reb Records sob o nome de Ronnie & The Redcaps. Seu lado A, “Lover” ainda tinha nos vocais Billy DeWolfe mas a voz de Dio pode ser ouvida claramente na parte de trás. O lado B, “Conquest” é uma instrumental no estilo dos Ventures, com Dio no trompete.
 
Padavona assumiu o nome de “Dio”, em “homenagem”, entre outras coisas, à um notório membro da máfia chamado Johnny Dio, e foi utilizado pela primeira vez profissionalmente em 1961, quando ele apresentou a segunda versão da sua banda em Sêneca (já renomeada como Ronnie Dio and The Prophets). 
A formação do Prophets durou bastante tempo e produziu vários singles e um álbum. Algumas fontes afirmam que alguns dos singles foram feitas por Ronnie James Dio solo, mas outros, como o próprio Dio, afirmam que todos os singles foram gravados como banda.
Ronnie Dio and The Prophets1962
Ronnie tinha um gosto um tanto quanto duvidoso para as capas de seus discos no começo da carreira…
Ronnie Dio and The Prophets se desfez em 1967, mas ele e os guitarrista Nick Pantas começou uma nova banda chamada Electric Elves. Eles encurtaram seu nome para Elf em 1969, e tornou-se um ato de abertura para o Deep Purple. 
 
 
O vocal de Dio chamou a atenção do guitarrista Ritchie Blackmore, e quando deixou a banda, recrutou Dio e outros membros do Elf para formar Rainbow lançando seu primeiro álbum em 1975. Dio gravou três álbuns mais com Rainbow, mas ele deixou a banda devido a diferenças criativas: Blackmore queria levar a banda para uma direção mais comercial.
 
 
Após deixar o Rainbow, foi convidado pelo guitarrista Tony Iommi para ocupar o posto de vocalista no Black Sabbath, permanecendo com a banda até 1983.
No mesmo ano, lança um álbum solo, Holy Diver. Nele estão Vinny Appice, que também tinha saído do Sabbath e acompanhou Dio, seu antigo companheiro de Rainbow Jimmy Bain e o guitarrista Vivian Campbell (atual Def Leppard). Holy Diver foi muito bem aceito e deixou clássicos como a faixa-título, “Stand Up and Shout”, “Don’t Talk to Strangers” e a mais famosa “Rainbow in the Dark”.
 
Embalado com o sucesso, Dio solta mais um álbum em 1984 chamado The Last in Line. Também muito bem aceito pelo público e pela crítica, trazia a mesma fórmula de Holy Diver. Foi este álbum que levou a banda a uma enorme turnê mundial seguida do seu primeiro vídeo oficial. Os músicos são os mesmos do trabalho anterior, com adição do tecladista chamado Claude Schenell.
 
Em 1985 lança Sacred Heart, cuja turnê rendeu um vídeo ao vivo, Sacred Heart Live.
 
Em 1986 sai um EP ao vivo chamado Intermission com seis músicas onde as que se destacam são “King of Rock and Roll”, “We Rock” e “Rainbow in the Dark” e uma faixa inédita de estúdio “Time To Burn” apresentando o novo guitarrista Craig Goldie que substituiu Vivian Campbell durante a turnê de Sacred Heart.
 
Em 1987 é lançado Dream Evil, e Dio só volta a aparecer em 1990 com Lock up the Wolves. A formação da banda é totalmente diferente das passadas. Os músicos são Rowan Robertson (guitarra), Simon Wright (bateria), Teddy Cook (baixo) e Jens Johansson (teclados).
 
 
Em 1992 Dio volta ao Black Sabbath e grava mais um álbum chamado Dehumanizer. Neste mesmo ano sai uma coletânea intitulada Diamonds The Best Of com vários clássicos da banda Dio.
No ano seguinte, Dio lança Strange Highways, seguindo a mesma linha de Dehumanizer. Em 1996 sai Angry Machines, com uma banda composta por Tracy G (guitarra), Jeff Pilson (baixo) e Vinny Appice (bateria).
Vieram ao Brasil para tocar junto com Bruce Dickinson, Jason Bonham Band e Scorpions no final de 1997. Neste mesmo ano saiu uma coletânea chamada Anthology. Em 1998 sai um CD duplo ao vivo chamado Dio’s Inferno – The Last in Live, que traz clássicos como, “Holy Diver”, “Don’t Talk to Strangers”, “The Last in Line”, e “The Mob Rules” (homônima do disco do Black Sabbath), “Mistreated” (do Deep Purple) e “Catch the Rainbow” (do Rainbow) entre outras. Algo relativo à volta do Rainbow havia sido mencionado mas com a morte do baterista Cozy Powell, a notícia permaneceu apenas como boato.
Em 2000 lança Magica, um álbum conceitual que traz de volta o estilo clássico de Dio de compor, com letras sobre magia, dragões e bruxas. Sua banda contou com a volta do magnífico Craig Goldie (guitarra), o seu fiel escudeiro Jimmy Bain (baixo), Simon Wright (bateria) e Scott Waren (teclados). No final de 2001 Goldy decide deixar a banda alegando problemas familiares e para seu lugar é recrutado o guitarrista Doug Aldrich. Com novo line up, Dio entra em estúdio e em 2002 sai Killing the Dragon que procurou repetir a mesma forma do anterior porém com um pouco mais de rapidez e peso.
Em 2003 sai seu primeiro DVD oficial, Evil Or Divine e, em 2004, o último trabalho de estúdio, Master Of The Moon, que contou com o seguinte line-up: Ronnie James Dio no vocal, Craig Goldy na guitarra, Jeff Pilson no baixo, Simon Wright na bateria e Scott Warren nos teclados; porém, quem ocupou o posto de baixista na turnê foi Rudy Sarzo.
 
Em 15 de julho de 2006 Dio voltou ao Brasil, desta vez trazendo a tour Holy Diver Live em comemoração aos 23 anos de lançamento do clássico disco Holy Diver.
 
 
Em 2007 reuniu-se com os antigos companheiros de Black Sabbath, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice, para excursionarem na promoção do álbum Black Sabbath – The Dio Years. Neste álbum estão grandes clássicos como “Neon Knights”, “Die Young”, “Falling Off The Edge Of The World”, “The Mob Rules” e três músicas novas compostas especialmente para este disco: “The Devil Cried”, “Ear in the Wall” e “Shadow of the Wind”.
 
Para promoverem a coletânea os quatro se reuniram sob o nome Heaven and Hell para uma turnê mundial de um ano. Um dos shows em Nova Iorque da turnê é gravado e lançado sob o nome de Live From Radio City Music Hall, dando uma “geral” em toda a discografia de Dio com o Black Sabbath. Em 2008, é lançado um box set com toda a discografia de Dio à frente do Black Sabbath, chamado The Rules Of Hell, e os músicos anunciam que entrariam em estúdio para gravarem um novo álbum, batizado de The Devil You Know, lançado em abril de 2009.
Dio também ajudou a criar uma das maiores tradições do heavy metal. No documentário “Metal – a headbangers journey” ele é citado como o criador do Maloik, o “chifrinho” feito com as mãos, imitado por fãs do gênero no mundo inteiro. Segundo ele, o símbolo era usado por sua avó italiana, e servia para afastar (ou provocar) o “mau olhado”.
Ficheiro:Dio monument.jpeg
 
Discografia
 
1. Elf
 
Elf (1972)
Carolina County Ball (1974)
Trying to Burn the Sun (1975)
The Gargantuan (1978) (Coletânea)
The Elf Albums (1991) (Coletânea)
 
2. Rainbow
 
Ritchie Blackmore’s Rainbow (1975)
Rising (1976)
On Stage (1977)
Long Live Rock ‘n’ Roll (1978)
Live In Germany ’76 (1990)
 
3. Black Sabbath
 
Heaven and Hell (1980)
Mob Rules (1981)
Live Evil (1982)
Dehumanizer (1992)
Black Sabbath: The Dio Years (2007)
 
4. Dio
 
Holy Diver (1983)
The Last in Line (1984)
Sacred Heart (1985)
Intermission (1986)
Dream Evil (1987)
Lock Up the Wolves (1990)
Diamonds: Best of Dio (1992) (Coletânea)
Strange Highways (1994)
Angry Machines (1996)
Anthology (1997) (Coletânea)
Master Series (1998) (Coletânea)
Inferno: Last in Live (1998)
Magica (2000)
The Very Beast of Dio (2000) (Coletânea)
Anthology, Vol. 2 (2001) (Coletânea)
Killing the Dragon (2002)
Stand Up and Shout: The Dio Anthology (2003)
The Collection (2003) (Coletânea)
Master of the Moon (2004)
Evil Or Divine: Live in New York City (2005)
Holy Diver Live (2006)
 
5. Heaven and Hell
 
Live from Radio City Music Hall (2007)
The Devil you Know (2009)

 

E, pra finalizar, alguns vídeos selecionados a dedo do baixinho, para relembrar:

E as colaborações com Tenacious D, banda do gordinho Jack Black:
É isso aí véio Dio, onde quer que você esteja, continue abençoando seus súditos do Metal! O metal ainda continua vivo em nossos corações! Rock On! Descanse em paz meu véio, seu legado está em boas mãos! =D