Assassin’s Creed: Unity foi lançado. E está cheio de HUEHUEHUEHUEHUEHUE.

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A franquia Assassin’s Creed tem uma missão inglória: lançar pelo menos um game a cada ano, como uma exigência da Ubisoft. Apesar dessa freqüência normalmente ser um tiro no pé, eles estavam conseguindo segurar bem as pontas, com boas histórias e bons games.

O problema é que a nova geração chegou, o que demandava uma nova engine, novos gráficos, nova jogabilidade… com a mesma pressão do estúdio de um jogo novo por ano. E foi aí que o bagulho descambou.

AEHOOOOOOOO HEHUEHUHUEHAUHUAUHAHUHUEHUEHUEHUEUH
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Lançado ontém, o game já virou meme na internet pela quantidade ABSURDA de bugs. Críticas especializadas falam que o game possui gráficos, história e uma mecânica bem bacana, mas que a enorme quantidade de bugs o tornam quase impossível de ser jogado. Confiram aí um ‘best of’:

Gamers de PC ainda reclamam que o jogo não está nada otimizado, rodando a apenas 20 fps no mínimo em computadores relativamente potentes. Voltou aquela máxima de “é preciso um computador da Nasa pra rodar”. Doom 3 manda lembranças.

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Enfim, até que ponto vale a pena estúdios de games ficarem pressionando e lançando produtos incompletos? Bugs e afins podem ser corrigidos posteriormente com patches, mas o filme já foi queimado.