Evoland – Review

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Que o Balão é consumista e compra  trocentos jogos no Steam pra nunca jogar todo mundo já sabe. Só que vez ou outra, ele REALMENTE joga – e até zera algum joguinho aqui e outro acolá. E nessa garimpada de jogos, volte e meia surge alguma pérola relativamente desconhecida, mas que é realmente digna de nota. É o caso de Evoland.

O simpático joguinho indie é um brinde àqueles que (assim como eu) cresceram jogando Final Fantasy, Dragon Quest e Legend of Zelda. A premissa é simples: você começa em um mundo monocromático de 2 bits, e a partir daí vai evoluindo conforme abre os baús. Evoluções envolvem novas paletas de cores, novas evoluções gráficas e até mudanças – drásticas – de jogabilidade.

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Graficamente, você vai rever tudo que já fez sucesso nos jRPGs, desde o famoso mapinha em “mode 7” da era 16 bits, até cenários pré-renderizados e até CGs de “summons” no melhor estilo Final Fantasy VII.

A jogabilidade é bem variada, mas se alterna basicamente entre Zelda (action-RPG) e Final Fantasy (combate por turnos). Porém, mais para o final, tem até uma fase que homenageia Diablo, com hordas de inimigos e a clássica “bola de sangue” como medidor de HP.

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Aliás, todo o game é uma imensa paródia, e em nenhum momento tenta se levar a sério: tanto no visual, música,  na história (simplista até dizer chega) e no nome dos protagonistas (Clink, Kaeris e o vilão Zephyros).

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Familiar?
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É pra ser mesmo!

Como falei, o game é acima de tudo uma homenagem, e merece ser jogado por qualquer fã do gênero. Apesar de tudo, o game é relativamente curto, e pode ser zerado em umas 7 a 8 horas de jogatina. Acaba ficando um gostinho de “quero mais”. Pelo preço ainda (~7,50 USD – eu paguei 1 doleta no Humble Bundle, chupem!) mais do que vale o investimento. Infelizmente o game só está disponível para PC, merecia um port para consoles.

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