Top CNC – 8 fases que odiamos nos vídeo-games

Coé rapaziada! Em mais uma aula de cultura inútil, o Balão vai listar aqui pra vocês aqueles 8 tipos de fases que todo gamer odeia, mas que as produtoras de jogos ainda insistem em colocar aqui ou acolá. Vamos lá?

Fases aquáticas

As odiadas fases aquáticas. Game: Shadow of the Tomb Raider (PC, PS4, Xone)

Fases aquáticas são odiadas por 10 entre 10 gamers. Mesmo na geração atual, dificilmente conseguem acertar uma. Entre jogabilidade ruim e péssimos ângulos de câmera, normalmente níveis aquáticos consistem nas constante busca de “bolsões de ar” pra recuperar uma barrinha de oxigênio e não se afogar, enquanto você desesperadamente procura voltar pra terra firme.

Como exemplos clássicos de fases aquáticas infames podemos citar as de Super Mario Bros (NES) e Alex Kid in the Miracle World (Master System), mas temos vários games recentes também como as séries Tomb Raide e Assassin’s Creed.

Fases no esgoto

Todo RPG tem que ter uma fase no esgoto. Game: Final Fantasy XII Zodiac Age (PC, Switch, PS4, Xone)

O que todos os jogos de fantasia têm em comum? Dragões? Não. Princesas? Também não. Então o quê? Um fodendo esgoto gigantesco que passaria facilmente uma linha de metrô. O que não faz sentido nenhum, ainda mais se o mundo baseado na Europa medieval (caso de 99,99% dos cenários de fantasia) onde não existia sequer uma noção de saneamento básico.

Mas enfim, fato é que sempre tem uma porra de um mapa de esgoto. E normalmente eles são chatos, com cenários repetitivos e labirínticos. Se for um RPG ainda, provavelmente o esgoto será sua primeira dungeon, onde você matará ratinhos e outras criaturas de baixo nível para finalmente sair do level 1.

Fases no pântano

Blighttown, fase que fez muitos jogadores desistirem de vez de Dark Souls. Game: Dark Souls (PC, PS3, X360)

Aquelas fases em que você fica com o pé na lama e com a mobilidade limitada… ou até pior: você precisa ficar constantemente pulando para não se afogar em um mar de lodo. Essas são as famosas – e odiosas – fases do pântano.

O maior exemplo é Blighttown, em Dark Souls. A fase que é tão frustrante que acaba afastando muitos jogadores de vez deste game que já é difícil. Tudo bem que você pode voltar lá pra primeira dungeon do jogo e pegar um anel que anula esse efeito negativo do pântano. Mas e até descobrir isso? Como todos sabem Dark Souls é um jogo que não entrega nada de mão beijada…

Fases de elevador

Fases de elevador e as infindáveis ondas de inimigos. Game: Rushing Beat 2 (SNES)

Acabou a criatividade para fazer uma fase de jogo? Fácil! Taca um elevadorzão! Aí é só colocar várias ondas de inimigos surgindo do nada e voilá!

Fases de elevador são uma constante principalmente em jogos de beat’em up, mas vários outros jogos já aderiram à moda ao longo dos anos.

Vale uma menção também aos elevadores em jogos de terror: quando você entra em um elevador pode ter certeza que vai dar merda! O elevador vai travar, as luzes vão apagar e aquele espírito maroto vai aparecer pra ter dar um belo susto. E o pior? Nem tem pra onde correr.

“Jumping Puzzles”

Path of Pain. Game: Hollow Knight (PC, Switch, PS4, Xone)

Em jogos de plataforma, um certo nível de pular em plataformas (como o próprio nome sugere) é esperado. Problema é quando eles exageram na dose, e forram a tela com espinhos, serras e o caralho a quatro, além de plataformas minúsculas que exigem pulos milimetricamente calculados.

Destaques para jogos como os Megaman clássicos (com plataformas que aparecem e desaparecem) e Hollow Knight e sua infame “Path of Pain”.

Esse “platforming hardcore” já até virou um gênero à parte, como podemos ver em games como Super Meat Boy. Mas nem todo mundo acha morrer pra caralho tão engraçado assim…

Minigames de corrida

Fase do Jet-ski de Battletoads, que dispensa apresentações. Game: Battletoads (NES)

Games de aventura e plataforma sempre tem uma fase que exige pilotar algum tipo de veículo. Seja um carrinho de mina, moto ou até mesmo um jet-ski , esse tipo de fase normalmente é um pé no saco porque é basicamente o jogo tentando simular outro gênero. E isso raramente fica bom.

Exemplo máximo deste tipo de fase é a infame parte do jet-ski em Battletoads, que exige uma boa dose de decoreba, reflexos rápidos e, principalmente, sorte para passar.

Outros exemplos: fases da mina em Donkey Kong Country e a corrida de Jetbike em Chrono Trigger.

Fases de perseguição / fuga

Fugir é ainda pior com ângulos de câmera ruins. Game: Prince of Persia Warrior Within (PS2, Xbox, PC)

Esse costuma ser um problema de games mais recentes (jogos com gráficos tridimensionais, pra ser mais exato).

Sempre tem aquela fase que você precisa perseguir um bandido em fuga. Ou pior: você que é fujão e precisa despistar algum monstro imortal tipo o Dahaka em Prince of Persia.

Fato é que não importa se você perseguidor ou perseguido, os grandes vilões da história normalmente são os péssimos ângulos de câmera, que normalmente fazem você parar em becos sem saída ou preso em alguma geometria do jogo (tipo uma quina de telhado), o que normalmente leva a um game over precoce.

Exemplos: Prince of Persia, Assassin’s Creed, Crash Bandicoot (fases de fugir do pedregulho).

“Boss Gauntlet”

A infame sala de chefões. Game: Megaman 10 (PC, PS4, XONE)

Aí você finalmente chegou no covil do chefão final. É só entrar, arrepiar o vilão, salvar a princesa e correr pro abraço, correto? Errado! Primeiro você vai ter que enfrentar novamente T-O-D-O-S os chefes das fases anteriores. Esse é o famoso “Boss Gauntlet” ou “Boss Rush”.

Exemplos de games famosos que fazem isso são a série Megaman e a maioria dos Beat’em Ups. Apesar de ser mais comum em games mais antigos (que muitas vezes faziam isso por limitações técnicas), é uma prática que pode ser vista em jogos recentes também.

E se o jogo for um RPG ainda, pode esperar que os chefões ainda recebem um “buff” especial para te darem ainda mais dor de cabeça.

E aí, mais alguma fase odiosa que esquecemos? Comenta aí!

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