Das Antigas – Splatterhouse 3

Ele tá… sorrindo?

Sexta-Feira 13 já passou, Halloween ainda está longe, mas vivemos no BRASIL-SIL-SIL meu amigo! Aqui todo dia é um terror diferente! Por isso, nada nada melhor do que relembrar de um clássico de terror do Mega Drive: “Splatterhouse 3“.

A terceira e última aventura do Cospobre de Jason foi lançada para o 16 Bits da Sega em 1993 pela Namco (aquele remake do X360/PS3 nem considero) e foi sem dúvida o jogo mais sangrento e violento da geração 16 Bits. “Mas Balão, porque falar sobre o 3? O que aconteceu com o 1 e o 2?”

O terceiro jogo que é o bichão!

Bom, óbvio que os dois primeiros também são grandes clássicos da pancadria e do gore, mas o terceiro tem um lugarzinho especial no meu coração por alguns motivos: não apenas pelos óbvios gráficos melhores, mais sangue e violência; como também a história era mais detalhada do que os títulos anteriores, digno te um filme de horror B mesmo. Além disso, foi o primeiro (e único) da franquia a apresentar quatro finais diferentes e fases não lineares.

A porrada come solta!

Na história, cinco anos se passaram desde que Rick salvou sua namorada Jennifer dos monstregos utilizando a máscara de Jason que lhe conferia poderes sobrenaturais (e que aparentemente foi destruída no jogo anterior). Os dois agora estão casados e têm um filho chamado David.

Rick, agora um milionário de Wall Street, compra um baita dum palacete em Connecticut para viver com sua família. A vida é boa, só que não: A Máscara uma vez mais retorna, graças a uma antiga força maligna. Jennifer e David desaparecem, e sua mansão é invadida por dezenas de monstros. Uma vez mais, Rick terá que usar a máscara para derrotar as criaturas malignas e salvar seus entes queridos antes que seja tarde demais. Dá pra tomar uma Kaiser antes?

A não linearidade e os quatro finais diferentes vão fazer você voltar para mais!

Todos os estágios (menos os últimos) se passam nos diversos cenários da mansão. Os visual do game melhorou bastante em relação aos predecessores, e impressionam para um game de 16 bits. Os monstros cada vez mais criativos (e nojentos) além dos ambientes da mansão apresentarem sangue, tripas e outras coisas nojentas espalhadas pelo chão, teto e paredes. Coroando tudo há belas cutscenes com fotos digitializadas entre as fases contando a história de Rick e sua turma. Como novidade Rick ainda adquiriu um novo poder que pode deixá-lo ainda mais bombado e ameaçador, quase um Jason Super Saiya-Jin.

Jason Super Saiya-Jin!

Mas a maior (e melhor) mudança foi em sua jogabilidade, que como mencionei acima agora é não-linear com várias opções de trajetos para chegar ao chefão da fase, o que aumenta absurdamente a replayability do game.

Game conta com cutscenes estilosas entre as fases!

Splatterhouse 3 definitivamente é o melhor jogo da franquia! Mesmo se você não gostou muito dos dois anteriores, este vai te surpreender! Hora de tirar poeira daquele Megão que está no fundo do armário e sentar a ripa em alguns monstrengos!

Esse especial parece um ataque de pirocas sangrentas!

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